quarta-feira, abril 13, 2016

Erros de gestão fazem empresas perderem grandes talentos


erros-gestao-funcionarios


Excelente matéria, pode ser lida aqui.

Sábias palavras de "Billy Wilder", apesar de ditas de forma dispersa ao longo de sua vida, aplica-se muito bem a minha, sei que foram direcionadas ao seu ofício no cinema mas....

A mais forte de todas:
Item 6. "Se você está tendo problemas com o terceiro ato, o verdadeiro problema está no primeiro ato."

Vivendo e aprendendo...

Segue a lista de 11 mandamentos do "rapaz"
1. O público é instável.
2. Agarre-o pela garganta e não o deixe fugir.
3. Crie uma clara linha de ação para o personagem principal.
4. Saiba aonde você está indo.
5. Quanto mais sutil e elegante for a forma pela qual você camufla seus pontos de desenvolvimento da trama, melhor escritor você será.
6. Se você tem um problema com o terceiro ato, o problema verdadeiro está no primeiro ato.
7. Uma dica de Lubitsch: deixe o público somar dois mais dois. Vai amá-lo para sempre.
8. Em narrações em "off", tenha cuidado para não descrever o que o público já está vendo. Acrescente ao que ele está vendo.
9. O evento que acontece no fim do segundo ato desencadeia o fim do filme.
10. O terceiro ato deve ser construído, construído, construído em ritmo e ação até o último evento, e então...
11. ...É isso. Não vagabundeie."



quinta-feira, março 26, 2015

Como diria o ex-ministro Thomas Traumann....


Todos os anos vividos São portos perdidos que eu deixo pra trás Quero viver diferente Que a sorte da gente É a gente que faz
Fiz minhas velas ao mar Disse adeus sem chorar E estou de partida
Vou imprimir novos rumos Ao barco agitado que foi minha vida
....

fonte Universo On Line

terça-feira, março 10, 2015

Assistencialismo é caridade ?


Muito bom texto retirado de:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/bernardino/espiritismo-e-assistencialismo.html


Espiritismo e assistencialismo

Bernardino da Silva Moreira
Na Antigüidade, a pobreza era o estado daqueles que não contavam com meios de subsistência, ou porque eram velhos ou doentes ou porque não tinham arrimo para sustentá-los, como e as crianças órfãs ou abandonadas. O sistema socioeconômico – nômade, semi-sedentário ou sedentário, baseado na pecuária e agricultura de subsistência – oferecia trabalho para todos os membros da tribo ou clã. A miséria só aparecia em época de crise econômica, causada pelas invasões, guerras, catástrofes, que, destruindo cidades, habitações e lavouras, provocavam a falta de alimentos e trabalho.
A assistência aos pobres, aos velhos, aos abandonados constituía então, responsabilidade da família, clã ou tribo; cada um tomava conta dos seus e a maneira de assisti-los variava de uma tribo para outra, segundo os usos, os costumes, as crenças etc.
Em relação ao auxílio ao próximo, a Bíblia nos fornece informações sobre muitos dos costumes, que provavelmente eram também os das nações vizinhas. Assim, no Êxodo (21 e 23 – 3) encontramos normas contra o roubo, a sedução, a calúnia e a magia; no Levítico, cuidados com os leprosos (13 e 14) e os deveres para com os viajantes (19, 33 – 36); no Deuteronômio, regras para auxiliar os pobres e escravos (15,17,18), para prática de caridade (22, 1 – 14), a recomendação de deixar aos pobres o resíduo das colheitas (15, 7 –18), etc. deus castigava duramente os que não observavam os preceitos da caridade. Os judeus deviam lembrar-se constantemente de que eles também tinham sido pobres, destituídos e escravos na terra do Egito e, mais tarde, na Babilônia. Dentro deste contexto, a caridade se revestia de um conceito utilitário: “Faça o bem para que, quando precisar, encontre quem o ajude”.
Os governos não intervinham, salvo nos períodos dac alamidade pública. Por exemplo: no Egito, durante os anos de fome, José distribuiu, em nome do Faraó, alimentos armazenados os anos de abundância. Por ocasião de grandes festejos, quando o soberano queria mostrar seu poder e magnificência, repartiam-se esmolas com fartura.
Talvez tenha sido o Império Romano o único governo a estabelecer um plano sistemático de distribuição de espórtulas, entretendo desse modo grande quantidade de pobres e desempregados com víveres e espetáculos. As famílias aristocráticas seguiam o exemplo do Imperador e contavam com numerosa “clientela”, que vivia exclusivamente dos donativos de seus protetores. Evidentemente, este sistema só podia gerar abusos e levar a graves conseqüências sociais.
O advento do Cristianismo transformou o conceito de caridade: todos os homens, de qualquer nacionalidade ou raça, são irmãos. Ser pobre ou doente não constitui castigo de Deus, mas conseqüência da imprevidência individual ou das circunstâncias; a pobreza e a doença são consideradas como provação, da qual se poderiam haurir grandes merecimentos. Ajudar o pobre, recebê-lo, é meritório, pois ele representa a própria pessoa do Salvador. A caridade constituía, assim, para quem a dispensava, um meio de alcançar méritos para a vida eterna: era uma “virtude”.
Com a Reforma Protestante rompe-se a unidade religiosa; instaura-se a era da secularização do humanismo e, mais tarde, do racionalismo.
Surge nova concepção da caridade: até então a caridade representava um meio de santificação para aquele que a praticava. Sobre a influencia de alguns escritores, entre eles Jean-Jacques Rousseau, nasce a “filantropia”, ou seja, a caridade secularizada, separada muitas vezes da idéia religiosa, e considerando o auxílio ao outro como um dever de solidariedade natural.
Com o advento do Espiritismo, a caridade além de ser uma virtude, também é “um dever de solidariedade natural”, o que levou o Codificador Allan Kardec a dizer: “Fora da caridade não há salvação”.
No “O Evangelho segundo o Espiritismo”, cap.XI, item 4, Kardec explica:
“Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissenções, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua.”
Amar o próximo, eis o “x” da questão. Muitos dirão que isso é muito difícil, outros fingirão amar o próximo, porque não conseguem amar a si mesmos e por uma questão religiosa, procuram manter o rótulo de um religiosismo inconseqüente.
Na questão 888 de “O Livro dos Espíritos”, São Vicente de Paulo, adverte:
“Em vez de votardes desprezo à ignorância e ao vício, instruí os ignorantes e moralizai os viciados.”
Sublinhamos o instruí e o moralizai, por estar aí o cerne de todo escopo doutrinário espírita, e para não ficar dúvidas, a instrução do Espírito Verdade, no cap. VI, no item 5 de “O Evangelho segundo o Espiritismo”:
“Espíritas: amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, esse o segundo.”
Sabemos que a maioria das pessoas adentram no centro espírita na esperança de sanar todos seus sofrimentos e procuram com sofreguidão, pelo passe, água magnetizada e pelas preces, mas, se dermos só isso, não estaremos praticando a caridade de forma íntegra. Precisamos instruir o intelecto dessas pessoas com a Doutrina Espírita, revigorando-as com a Moral de Jesus. Se assim fizermos, não haverá mais papa-passes, roustainguistas, ramatistas, Pietro-Ubaldistas, etc. No Espiritismo a caridade não é sinônimo de assistencialismo, porque sabemos que a “força” da Doutrina “está na sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom senso”.
(Publicado no CORREIO FRATERNO DO ABC, Ano XXXIII, Nº 354, Julho de 2000).


sábado, novembro 01, 2014

domingo, julho 20, 2014

A moda é.... ?

A moda não deve ditar o desenvolvimento de softwares, o contrario deve ser perseguido para que o resultado seja o fim e não o meio.

segunda-feira, abril 21, 2014

JDK 8 , NetBeans 8

Essa é rapidinha, estou gostando bastante do JDK 8, principalmente dos novos recursos da linguagem alem da estabilidade. Netbeans 8 continua muito 10, para desenvolver em Android está bem legal ;)

terça-feira, dezembro 24, 2013

Previsões para 2014 - Mundo da Tecnologia


Olá !

Tradicionalmente costumo realizar um post com as previsões tecnológicas (ou não) para o proximo ano, ou seja, 2014.

Bom, neste ano tivemos muitos sustos tecnológicos previsíveis como os da BlackBerry, Nokia entre outros, abaixo vai a minha pequena contribuição para Nostradamus.


  • Oracle compra a JetBrains
  • Microsoft adquire a BlackBarry em uma tentativa desesperada de permanecer no mundo Mobile
  • Twitter é vendido
  • Facebook inicia declínio forte em detrimento às pequenas redes sociais especialistas
  • Oracle abandona o JDeveloper
  • Java 8 é adiado novamente
  • Java EE 8 incorporará framework Action Based
  • Eu continuo curado
  • Windows 8.2 toma conta do mercado no mesmo ritmo que o Windows 7 substituiu o Vista
  • Apple iPhone permanece insípido incolor e inodoro
  • Google Glass tem venda explosiva nos primeiros 3 meses
  • Samsung compra Yahoo
  • Google compra Ford
  • Morre James Gosling

Mais previsões ? Conte as suas ;)